perdoa-me, meu amor. sei que por nós terias feito o mesmo. hoje Poseídon foi inclemente contigo, e as profundezas de um mar atiçado ceifaram-te para sempre. mas nem os deuses podem separar-nos. neste penhasco de ondas batentes que aos poucos nos vão levando, o nosso abraço mortal. o abrigo eterno de um amor que só nós podemos compreender. perdoa-me, meu amor.
prefiro morrer contigo do que viver sem ti.
